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Viagem de Estudos para o Sítio Arqueológico Ruínas de São Miguel Arcanjo

Publicado em: 01/11/2018 10:19

Viagem de Estudos para o Sítio Arqueológico Ruínas de São Miguel Arcanjo

No dia 30 de outubro de 2018, a turma do 7º ano, os representantes do Grêmio Estudantil e os classificados do Simula Tchê fizeram uma viagem de estudos para as Ruínas de São Miguel, declarada patrimônio mundial pela UNESCO.

Os alunos tiveram a oportunidade de visitar em Santo Ângelo, os resquícios da última redução criada pelos jesuítas com o antigo nome de San Ângelo Custódio. Lá conseguiram visualizar a praça da cidade que contem os 30 arcos que representam os 30 povos missioneiros, 7 criados no RS, 15 na Argentina e 8 no Paraguai. Também visitaram o Museu que contém a maquete da redução e a Catedral inspirada nas Igrejas das missões e suas janelas arqueológicas.

Dando continuidade na viagem, passaram pelo Santuário de Caaró para conhecer um pouco mais da História dos três padres jesuítas canonizados em função de sua morte nas missões, Padre Roque Gonzales, Afonso Rodrigues e João de Castilhos, bem como visitaram a fonte de água benta do local e visualizaram parte do coração de Roque Gonzales, guardado num relicário. Em seguida dirigiram-se para a última etapa da viagem, o Sítio Arqueológico Ruínas de São Miguel Arcanjo.

O Sítio Arqueológico de São Miguel Arcanjo é um conjunto de ruínas da antiga redução de São Miguel Arcanjo, integrante dos chamados Sete Povos das Missões, e um dos principais vestígios do período das Missões Jesuíticas dos Guarani em todo o mundo, localizado no pequeno município de São Miguel das Missões, no Noroeste do Rio Grande do Sul. Os alunos puderam vivenciar um pouco da história da formação e colonização de nosso estado, as lendas indígenas guarani e a importância das missões nesse sentido.

À noite, deslumbraram-se com o espetáculo som e luz contando a história da resistência dos guarani para permanecer na missão. O passeio oportunizou aos alunos entrarem em contato com a história e cultura de nossos antepassados e da formação de nossa identidade como povo rio-grandense.

 

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