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Barra Funda adere à Rede Cegonha

Publicado em: 20/02/2018 15:08

Barra Funda adere à Rede Cegonha

Em setembro de 2017, o município de Barra Funda participou do processo de implementação da Rede Cegonha na microrregião. Na ocasião a humanização do parto e nascimento como uma experiência exitosa e possível, foi apresentada, pela maternidade do Hospital Comunitário de Sarandi, em que estiveram presentes diversos representantes dos municípios, incluindo a Secretária de Saúde e o Coordenador de Projetos de Saúde de Barra Funda.

A reunião foi organizada pela 15ª Coordenadoria Regional de Saúde, que teve como principal objetivo regular o processo de implementação da Rede Cegonha na microrregião, fortalecendo o direito da gestante e bebê ao acesso, a equidade no cuidado e a integralidade das ações.

O programa do governo Federal já se encontra em andamento conforme CIR n° 25/2017, além de Barra Funda os municípios referenciados para esta maternidade são: Trindade do Sul, Três Palmeiras, Ronda Alta, Rondinha, Sarandi, Chapada, Nova Boa Vista, Novo Xingu, Constantina, Engenho Velho e Liberato Salzano.

 

Entenda a Rede Cegonha

Rede Cegonha é uma estratégia lançada em 2011 pelo governo federal para proporcionar às mulheres saúde, qualidade de vida e bem estar durante a gestação, parto, pós-parto e o desenvolvimento da criança até os dois primeiros anos de vida. Tem o objetivo de reduzir a mortalidade materna e infantil e garantir os direitos sexuais e reprodutivos de mulheres, homens, jovens e adolescentes. A proposta qualifica os serviços ofertados pelo Sistema Único de Saúde (SUS) no planejamento familiar, na confirmação da gravidez, no pré-natal, no parto e no puerpério (28 dias após o parto).

A Rede Cegonha sistematiza e institucionaliza um modelo de atenção ao parto e ao nascimento que vem sendo discutido e construído no País desde a década de 1980, com base no pioneirismo e na experiência de médicos e enfermeiras obstetras e neonatais, obstetrizes, parteiras doulas, acadêmicos, antropólogos, sociólogos, gestores, formuladores de políticas públicas, gestantes, grupos feministas, ativistas e instituições de saúde, dentre outros.

Atualmente, a Rede Cegonha desenvolve ações em 5.488 municípios, alcançando 2,6 milhões de gestantes. Desde o lançamento da Rede, foram investidos mais de R$ 3,1 bilhões para o desenvolvimento das ações. A estratégia também busca contribuir na aceleração da redução das taxas de mortalidade materna e neonatal. Somente em 2013 foram realizadas 18,9 milhões de consultas pré-natais pelo Sistema Único de Saúde (SUS), o que representa aumento de 93% em relação a 2003.

Entre as ações da Rede Cegonha está a implantação de Centros de Parto Normal (CPN), onde a mulher é acompanhada por uma enfermeira obstetra ou obstetriz, num ambiente preparado para que possa exercer as suas escolhas, como se movimentar livremente, ter acesso a métodos não farmacológicos de alívio da dor.

Um fator fundamental neste atendimento é a ambiência, com projetos arquitetônicos que buscam privilegiar cores harmônicas, conforto luminoso, térmico e acústico. Outro objetivo do CPN é reduzir cada vez mais a taxa de mortalidade materna e neonatal e as ocorrências de cesarianas desnecessárias na rede pública de saúde.

Os Centros de Parto Normal funcionam em conjunto com as maternidades para humanizar o parto, oferecendo às gestantes um ambiente mais adequado, privativo e um atendimento centrado na mulher e na família.

A Rede Cegonha desenvolve diferentes ações voltadas para a formação e capacitação de Enfermeiras Obstétricas. Essas profissionais são estratégicas para mudança no modelo de atenção obstétrico e neonatal. As atividades desenvolvidas estão presentes em estados das cinco regiões do país, nas modalidades de Residência, Especialização e Aprimoramento em Enfermagem Obstétrica.

De 1990 a 2012, a razão da mortalidade materna no Brasil caiu 56% – de 140 para 62 óbitos para cada 100 mil nascidos vivos. Já a taxa de mortalidade infantil reduziu 70,5% no mesmo período – de 47,1 para 13,9 por mil nascidos vivos.

Em relação às ações de planejamento reprodutivo, o Ministério da Saúde garante o acesso a vasectomias e a laqueaduras pelo Sistema Único de Saúde (SUS), além da compra e distribuição gratuita de diversos métodos contraceptivos. Os usuários do SUS podem ter acesso a informações e métodos contraceptivos nas Unidades Básicas de Saúde.

Fonte: Ministério da Saúde

Para dúvidas ou informações sobre os serviços entre em contato com o Posto de Saúde através do telefone nº (54) 3369-1288